Dois módulos. Um para jovens criativos
aprenderem a pensar como diretor de arte. Outro para gestores estruturarem uma operação criativa que gera resultado. Com case real, briefing real, operação real.
Esse roteiro nasceu de quinze anos atravessando os dois lados do mercado: a redação cheia de prazo, o set de TV, a agência grande, a produtora autoral, e — depois de tudo isso — montar uma operação criativa do zero no interior de São Paulo. O que aprendi, ensino aqui.
Direção de arte não é Pinterest. É escolha consciente, defendida com palavra.
O criativo profissional sabe extrair o que precisa mesmo do brief mais cego. Isso se ensina.
Tom de voz, ritmo de conteúdo, consistência. O logo é só a ponta do iceberg.
Quem tem repertório guia a máquina. Quem não tem, vira commodity.
Produto bom, comunicação fraca. Aqui é onde direção criativa muda número.
Não é palestra. É roteiro tático com exercício, brief real, decisão na sala.
Quebra o mito de que design é "fazer bonito". O jovem sai sabendo pensar referência com argumento, conduzir um brief, navegar o mercado e construir portfólio que diz alguma coisa.
Diagnóstico honesto, decisão de modelo (interno vs hub), briefing que funciona, branding. Sai daqui com plano de 90 dias e três decisões para tomar segunda-feira.
É diretor de arte com expertise em agência, broadcast, produtora, cinema, teatro e digital. Hoje conduz a Greencave, um hub criativo que nasceu pra construir ou expandir operações criativas para médas e grandes empresas.
"A diferença entre uma produtora comum e a Greencave não é o serviço — é o olhar empreendedor sobre o próprio negócio."
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