Dois módulos de oito horas. Um para jovens criativos
aprenderem a pensar como direção de arte. Outro para gestores estruturarem uma operação criativa que gera resultado. Sem teoria solta — case real, briefing real, decisão real.
Esse roteiro nasceu de quinze anos atravessando os dois lados do mercado: a redação cheia de prazo, o set de TV, a agência grande, a produtora autoral, e — depois de tudo isso — montar uma operação criativa do zero no interior de São Paulo. O que aprendi, ensino aqui.
Direção de arte não é Pinterest. É escolha consciente, defendida com palavra.
O criativo profissional sabe extrair o que precisa mesmo do brief mais cego. Isso se ensina.
Tom de voz, ritmo de conteúdo, consistência. O logo é só a ponta do iceberg.
Quem tem repertório guia a máquina. Quem não tem, vira commodity.
Produto bom, comunicação fraca. Aqui é onde direção criativa muda número.
Não é palestra. É roteiro tático com exercício, brief real, decisão na sala.
Quebra o mito de que design é "fazer bonito". O jovem sai sabendo pensar referência com argumento, conduzir um brief, navegar o mercado e construir portfólio que diz alguma coisa.
Diagnóstico honesto, decisão de modelo (interno vs hub), briefing que funciona, branding sem jargão. Sai daqui com plano de 90 dias e três decisões para tomar segunda-feira.
Designer industrial formado em São Paulo, virou diretor de arte atravessando agência, broadcast, produtora, cinema, teatro e digital. Hoje conduz a Greencave, um hub criativo que nasceu da percepção de demanda — não de plano de negócio.
"A diferença entre uma produtora comum e a Greencave não é o serviço — é o olhar empreendedor sobre o próprio negócio."
Diagnóstico de 30 min gratuito para gestores ·
Atendimento por demanda · Itu & região