Ensinar design não é só técnica — é modo de pensar. Esse módulo usa minha trajetória real como fio condutor: de projetos para Disney e Record TV até a Greencave. O jovem sai sabendo pensar, criar e se posicionar no mercado.
Quebrar o mito de que design é "fazer bonito". Design é linguagem, argumento e estratégia — e por que isso muda tudo na carreira.
Seis logos em sequência. Cada um escreve em papel: "O que essa empresa vende? Como ela me faz sentir?" Depois revela. Os erros geram a melhor discussão do dia.
O bloco mais denso. O jovem aprende a pensar como diretor de arte: referência, conceito, composição, tipo e cor — tudo com exercício real.
Do briefing à entrega — com os bastidores que ninguém vê: as revisões, os impasses, as decisões difíceis.
Brief verbal pra primeira pessoa. Cada um repassa pra próxima o que entendeu. O último faz um esboço. Compara com o original. Discussão sobre interpretação e como isso gera retrabalho no mercado real.
Mostrar com honestidade o que cada caminho exige — e o que diferencia quem cresce dentro dele.
Onde você quer estar em 2 anos? Em qual ambiente? O que quer criar? Depois você vai à projeção e mostra o que cada caminho realmente exige — eles percebem onde precisam investir.
Não é propaganda — é transparência. Como uma empresa criativa nasce, cresce, erra e se reinventa. O mais valioso é o bastidor.
Como usar sem virar commodity. IA como amplificador do criativo — não substituto. Unreal, MidJourney, e o que vem aí.
O bloco que fecha com ação. O que um recrutador sênior realmente olha. Como construir autoridade sendo iniciante.
Cada um se apresenta como em entrevista de emprego: nome, o que faz, o que quer fazer e por que alguém deveria contratá-lo. Feedback ao vivo sobre clareza da proposta — não sobre a timidez.